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Mais de 80% dos lares estão aptos a receber sinal digital

Mais de 80% dos lares brasileiros, cerca de 52 milhões de domicílios, estão prontos para receber sinal digital de televisão, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2015 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada na quinta-feira (22).

Nenhuma dessas casas serão afetadas pelo desligamento do sinal analógico, pois contam com opções de acesso à programação, como a TV digital aberta, antena parabólica ou TV por assinatura. Em 2013, 71,5% das residências tinham essas características.
Para garantir que a população mais pobre tenha acesso ao sinal digital, as regiões previstas para serem desligadas recebem, meses antes da migração para o sinal digital, uma campanha de distribuição de conversores digitais e antenas para as famílias beneficiárias de programas sociais do governo federal.
O secretário de Telecomunicações do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (Mctic), André Borges, explica que a medida alcança os domicílios que ainda não estão prontos para a mudança, geralmente por possuírem um televisor de tubo, que não é apto para receber o novo sinal.
"Já existe um planejamento de distribuição dos kits de conversores digitais para os integrantes do Cadastro Único do governo federal que fazem parte do grupamento definido pelo ministério. O número desse grupamento é de 11 milhões", explicou.
O cronograma do desligamento do sinal analógico de TV prevê que, a partir de 31 de dezembro de 2018, capitais, regiões metropolitanas e localidades onde o desligamento é necessário para a implantação da telefonia móvel 4G sejam atendidas somente pelo sinal digital. As cidades fora dessa descrição devem ser desligadas até 2023.
Já passaram pela mudança do sinal o município de Rio Verde (GO), como teste piloto, e Brasília e cidades do Entorno do Distrito Federal, onde foram distribuídos mais de 337 mil kits de conversor e antena. O calendário do desligamento analógico pode ser visto aqui.
Uso da internet
A Pnad 2015 também mostrou que a proporção de casas com acesso à internet fixa e móvel cresceu de 54,9% para 57,8% do total. O celular continua a concentrar a maior parte das conexões.
Dos 39,3 milhões de domicílios conectados à internet, os aparelhos móveis são responsáveis pelas conexões em 92,1% deles. Em 2014, esse número era de 80,4%. Já o acesso por microcomputador caiu em um ano, de 76,6% para 70,1%.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Mctic
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