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Escritora Itapiunense Angélica Figueiredo lança o livro " No Silêncio da Alma"

A Médica Hematologista e escritora, Angélica Figueiredo, lançou no dia 31 de outubro, no Ideal Clube, em Fortaleza, o livro “No Silêncio da Alma”, o Amor em suas várias vertentes é a essência da obra. A solenidade de lançamento fez parte da celebração do Jubileu de Rubi da turma de médicos de 1975.


“A poesia nasceu junto comigo, já que entendo que Deus me deu alma de poeta. No Silêncio da Alma reflete o momento em que encerradas minhas atividades profissionais pude achar espaço para ouvir a minha alma em quietude e expressar o que absorvi da vida. O amor é para mim a expressão de Deus, e de tudo que é belo e perfeito. Viver é amar. Sem amor não há sentido para a existência” salientou a escritora.

 Angélica Figueiredo

Itapiunense, cristã que não faz apologia a religiões, Médica Hematologista aposentada pela Universidade Estadual de Maringá – PR, especialista em Liderança e Empreendedorismo no Serviço Público. Escreve desde jovem, porém devido as atividades médicas e acadêmica, só pode publicar o livro neste ano. Ela escreve em estilos diversos: crônicas, comentários políticos, pensamentos, poesias, artigos científicos.





Acompanhe um pouco da poesia da escritora Angélica Figueiredo:


O que sou

Trago no corpo os meus emblemas:
Na alma, os traços de madureza
 No rosto, os vincos dos meus dilemas
No todo, nada menos que beleza.
A vida me forjou um lenho
Mas adoçicou meu coração
Raiz profunda é o que tenho
 Tristezas que veem e vão
 Fui intensa, fui inteira
 Aprendi a contar meus dias
Nessa estrada sem fronteira.
O meu espelho revela
No meu rosto uma sentença
 Na alma uma nova tela!


Meu Eu Dual

Dentro de mim mora uma criança
 Ingênua e doce, sonhadora e cheia de fé.
Dentro de mim mora, também, uma criança
Esperta e acre, concreta e descrente
Dentro de mim moram duas crianças
Cujos conflitos me ensinam sempre
Os eternos caminhos do aperfeiçoamento.
A ingênua e doce
Eu robusteço para me dar esperanças;
A esperta e acre
Eu alimento para me dar equilíbrio.
Eu dependo das duas
Para caminhar a trilha incerta da vida
E encontrar o meu norte.

NO SILÊNCIO DA ALMA

Quando, finalmente, silencio minha alma
E acendo a tocha das minhas retinas.
Quando deixo fluir a pura essência do que me cerca,
E a faço eco cristalino dentro em mim,
Passo a ver, apenas, cores vibrantes
Ouvir sinfonias de notas perfeitas,
 Inalar o cheiro, intenso, das coisas simples.
Tatear as vibrações sutis das realidades cruéis.
E sorvo gole a gole o sabor da existência,
Quando no silêncio da alma me entrego a plenitude de todas as coisas...
Me entrego a viver! 
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